Rua 7 de Setembro, 777 · sala 1103 Centro, Blumenau/SC (47) 99720-5090
Cirurgia Micrográfica de Mohs
Dr. Sandro Simão Corrêa Filho · CRM/SC 17690 · RQE 15370 Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgia Micrográfica de Mohs (CBMOHS) Blumenau/SC
É o nome dado a um tipo de procedimento que retira o câncer de pele aos poucos, em camadas finas, e examina cada camada ao microscópio no mesmo dia, enquanto o paciente aguarda. Se ainda houver tumor em algum ponto, só aquele ponto é retirado de novo. Assim, o tumor sai por completo e a pele saudável ao redor é poupada.
Micrográfica porque o tecido retirado é examinado ao microscópio e registrado em um mapa, que mostra exatamente onde ainda há tumor. Mohs é o sobrenome do médico americano Frederic Mohs, que criou a técnica na década de 1930.
Cirurgia de Mohs em Blumenau/SC | Dr. Sandro Corrêa
Rua 7 de Setembro, 777 · sala 1103 Centro, Blumenau/SC (47) 99720-5090
Cirurgia Micrográfica de Mohs
Dr. Sandro Simão Corrêa Filho · CRM/SC 17690 · RQE 15370 Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgia Micrográfica de Mohs (CBMOHS) Blumenau/SC
É o nome dado a um tipo de procedimento que retira o câncer de pele aos poucos, em camadas finas, e examina cada camada ao microscópio no mesmo dia, enquanto o paciente aguarda. Se ainda houver tumor em algum ponto, só aquele ponto é retirado de novo. Assim, o tumor sai por completo e a pele saudável ao redor é poupada.
Micrográfica porque o tecido retirado é examinado ao microscópio e registrado em um mapa, que mostra exatamente onde ainda há tumor. Mohs é o sobrenome do médico americano Frederic Mohs, que criou a técnica na década de 1930.
Para quem é indicada?
A Cirurgia Micrográfica de Mohs é indicada principalmente para os cânceres de pele mais comuns, o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular, quando o tumor tem maior risco de voltar ou está em uma área onde poupar pele faz diferença (Connolly et al., 2012):
Rosto e áreas delicadas: nariz, pálpebras, lábios e orelhas, além de couro cabeludo, pescoço, mãos, pés e região genital.
Tumores recidivados, que voltaram depois de um tratamento anterior.
Bordas mal definidas.
Tipos mais agressivos na biópsia.
Tumores maiores: o limite varia com o local, sendo menor no rosto.
Tumores que não saíram por completo em uma cirurgia anterior.
Imunidade baixa, como em transplantados, ou tumores em áreas que já receberam radioterapia.
A indicação da técnica é sempre individual, definida em consulta.
Como funciona, passo a passo
Um exemplo de cirurgia em dois estágios, da marcação do tumor ao fechamento da ferida.
Vídeo: O que é a Cirurgia de Mohs? Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Todo o procedimento é realizado pelo Dr. Sandro e sua equipe, com acompanhamento integral.
Cirurgia de Mohs ou outros tratamentos?
Cirurgia de Mohs
Todas as margens do tumor são examinadas ao microscópio, durante a cirurgia.
As margens são confirmadas ao microscópio no mesmo dia, antes de fechar a ferida.
Remove apenas o necessário: a pele saudável é preservada ao máximo.
Em geral, ferida menor do que na cirurgia convencional, o que favorece o resultado estético.
Em geral, apenas uma amostra das margens é analisada, dias após a cirurgia.
O resultado do laudo pode demorar dias ou semanas.
Remove uma margem de segurança maior, por precaução.
Se restar tumor, pode ser necessária uma nova cirurgia em outro dia.
É a opção habitual para a maioria dos tumores de baixo risco.
Cremes e cauterização
Têm indicação limitada a tumores superficiais e classificados como de baixo risco.
Não há exame ao microscópio: não é possível confirmar que o tumor saiu por completo.
O tratamento com cremes leva semanas e costuma causar vermelhidão, descamação e ferida no local.
Em tumores superficiais, a chance de estar livre do tumor em 5 anos variou de 63% a 81%, conforme o tipo de creme e protocolo utilizado (Jansen et al., 2018).
Não exigem corte nem pontos, e o resultado estético costuma ser bom.
A escolha do tratamento depende do tipo, do tamanho e do local do tumor, e é definida em consulta.
Como é o dia da cirurgia
Anestesia local, com o paciente acordado e confortável. Na grande maioria dos casos, sem sedação nem internação.
Retirada em camadas finas, analisadas no laboratório da própria clínica enquanto você aguarda.
Novas camadas só onde ainda houver tumor, guiadas pelo mapa da amostra.
Reconstrução: com as margens livres, na maioria dos casos a ferida é fechada no mesmo dia, com pontos, retalho ou enxerto. Em algumas situações, a reconstrução é feita depois ou a pele cicatriza naturalmente.
O consultório fica na sala 1103 do Edifício Stein Office, na Rua 7 de Setembro, 777, Centro, Blumenau/SC. O espaço tem sala de procedimentos e laboratório próprio para a cirurgia micrográfica, com equipe treinada e com experiência no procedimento.
Laboratório da Cirurgia de MohsSala de procedimentosAnálise das lâminas
O edifício tem estacionamento pago, vagas preferenciais, elevador, acesso para cadeira de rodas e banheiro adaptado. Atendemos pacientes de Blumenau e região, como Gaspar, Indaial, Pomerode, Timbó, Brusque e Itajaí. O consultório atende pelo convênio Unimed, da consulta à Cirurgia de Mohs, conforme o plano e a autorização, quando necessária.
Perguntas frequentes
Câncer de pele tem cura?
Sim, e quanto mais precoce o diagnóstico, maiores as taxas de cura. Mas cura não significa fim do tratamento: quem já teve câncer de pele tem risco maior de desenvolver novos focos e precisa de acompanhamento dermatológico por toda a vida, para permitir diagnósticos precoces e tratamentos menos agressivos.
Câncer de pele dói?
Muitas vezes, não, principalmente no início. Por isso, uma ferida que não cicatriza, uma pinta que muda ou uma mancha que descama merecem avaliação, mesmo sem dor. Veja os sinais mais comuns em Sinais de câncer de pele.
Câncer de pele é genético?
Na maioria dos casos, não é herdado: as alterações acontecem nas células da pele ao longo da vida, principalmente pela exposição ao sol. Ter casos na família, porém, é um motivo para acompanhamento regular. Saiba mais em O que é câncer de pele?
A Cirurgia de Mohs dói?
A picada da anestesia costuma ser o momento mais desconfortável; depois, a região fica adormecida e sem dor. Após a cirurgia, o desconforto costuma ser leve e controlado com os analgésicos indicados pelo médico.
Quanto tempo leva?
Depende do número de etapas e do tipo de reconstrução. Como cada camada é analisada ao microscópio enquanto você aguarda, reserve o dia inteiro para a cirurgia.
Preciso ficar internado?
Na grande maioria dos casos, não. A cirurgia é feita com anestesia local e você volta para casa no mesmo dia.
Qual o valor da Cirurgia de Mohs?
O valor depende do tamanho e da localização do tumor, do número de etapas, do tipo de reconstrução e da complexidade do caso. Por isso, só pode ser informado depois da consulta e da avaliação da lesão. Pelo convênio Unimed, a cirurgia pode ser realizada conforme o plano e a autorização.
A Cirurgia de Mohs é segura?
As complicações são raras. Em um estudo com 20.821 cirurgias de Mohs, eventos adversos ocorreram em 0,72% dos casos, em geral leves (Alam et al., 2013).
Pessoas idosas podem fazer?
Sim. A idade, por si só, não impede a cirurgia: a avaliação considera a saúde geral e o tipo de tumor. Saiba mais em A Cirurgia de Mohs é segura em idosos?
Tem indicação de Cirurgia de Mohs ou dúvidas sobre o seu caso?
Agende uma avaliação com o Dr. Sandro em Blumenau/SC.
Aviso educativo: este conteúdo é informativo e não substitui consulta médica, diagnóstico ou conduta individual. Não serve para autodiagnóstico nem para indicação de exame ou tratamento à distância. Resultados de procedimentos variam de pessoa para pessoa.
Referências
Connolly SM et al., 2012 (Journal of the American Academy of Dermatology). AAD/ACMS/ASDSA/ASMS 2012 appropriate use criteria for Mohs micrographic surgery: a report of the American Academy of Dermatology, American College of Mohs Surgery, American Society for Dermatologic Surgery Association, and the American Society for Mohs Surgery. PMID 22959232. pubmed
Rowe DE et al., 1989a (Journal of Dermatologic Surgery and Oncology). Long-term recurrence rates in previously untreated (primary) basal cell carcinoma: implications for patient follow-up. PMID 2646336. pubmed
Rowe DE et al., 1989b (Journal of Dermatologic Surgery and Oncology). Mohs surgery is the treatment of choice for recurrent (previously treated) basal cell carcinoma. PMID 2925988. pubmed
Rowe DE et al., 1992 (Journal of the American Academy of Dermatology). Prognostic factors for local recurrence, metastasis, and survival rates in squamous cell carcinoma of the skin, ear, and lip. Implications for treatment modality selection. PMID 1607418. pubmed
van Loo E et al., 2014 (European Journal of Cancer). Surgical excision versus Mohs' micrographic surgery for basal cell carcinoma of the face: a randomised clinical trial with 10 year follow-up. PMID 25262378. pubmed
Lacerda PN et al., 2024 (Journal of the European Academy of Dermatology and Venereology). Efficacy of micrographic surgery versus conventional excision in reducing recurrence for basal cell carcinoma and squamous cell carcinoma: a systematic review and meta-analysis. PMID 38116955. pubmed
Jansen MHE et al., 2018 (Journal of Investigative Dermatology). Five-year results of a randomized controlled trial comparing effectiveness of photodynamic therapy, topical imiquimod, and topical 5-fluorouracil in patients with superficial basal cell carcinoma. PMID 29045820. pubmed
Alam M et al., 2013 (JAMA Dermatology). Adverse events associated with Mohs micrographic surgery: multicenter prospective cohort study of 20,821 cases at 23 centers. PMID 24080866. pubmed